Ao dirigir na França brasileiros passam 10 horas perdidos

Aposto que você pensou que encontraria aqui uma reportagem séria em função do título. Sinto lhe desapontar mas esse texto é apenas um relato de burrice ao dirigir na França.

Era uma vez quatro turistas brasileiros empolgados com os planos de fazer uma road trip pelo interior e dirigir na França, mais especificamente na região da Normandia. A aventura começou sexta feira bem cedo do dia 11 de setembro. Data bem propícia para um desastre eminente, não acham?! Logo cedo a coisa toda já começou com o pé esquerdo. Sabe aquela frase que diz que se tudo que começa errado termina errado?

Os planos de viagem para dirigir na França esse dia eram:

  • Acordar bem cedo e tomar um café reforçado tranquilamente.
  • Chegar ao aeroporto Charles de Gaulle por volta das 8 h da manhã de forma que as 9 h já teríamos saído com o carro alugado para dirigir na França e no máximo 10 h estaríamos estacionando no Palácio de Versalhes.
  • A ideia era chegar antes da multidão de turistas que todos os dias visitam o castelo vindo de Paris e tirar fotos maravilhosas em todos aqueles lugares históricos em paz.
  • Faríamos um piquenique no jardim do Palácio antes de pegar novamente a estrada para Giverny por volta das 13 h; lá tomaríamos um café e conheceríamos os Jardins de Monet (casa onde o famoso pintor viveu e retratou esses jardins em diversas obras).
  • No máximo 16 h já estaríamos novamente na estrada para dirigir por mais 230 km durante o dia apreciando paisagens pitorescas pela região da Normandia antes de chegar no hotel fuleiro que reservamos em Avranches (era fuleiro mas a diária custava apenas 30 euros para duas pessoas).
  • Queríamos chegar ainda de dia (antes das 21 h) na minúscula cidade de Avranches para passear pelo vilarejo estilo medieval e tirar outras milhões de fotos.
  • No dia seguinte a intenção era acordar um pouco mais tarde para conhecer o Mont Saint-Michel mais descansados.

Sabe aquelas piadas sobre a expectativa das pessoas e  a realidade do fatos? Nosso dia foi mais ou menos assim, nossa realidade foi uma espécie de universo paralelo onde tudo dava errado.

Para começar conseguimos porcamente chegar em Versalhes depois de sairmos na correria duas horas mais tarde que o planejado e ainda sem um café da manhã decente. Totalmente diferente da vibe tranquila que havíamos imaginado pra começar nosso dia de dirigir na França.

A partir daí o destino só cagou na nossa cabeça. Brasileiro realmente é um bicho enrolado. Talvez se eu tivesse programado de chegar às seis da manhã teria conseguido chegar às oito.

O carro não era essa coca cola toda, mas coube todas as malas. Eu estava super querendo dirigir na França, tirei a tal da Permissão Internacional e tudo. Mas na primeira oportunidade que sentei a bunda na cadeira de motorista achei a direção tão esquisita que broxou toda minha confiança em dirigir na França. (cambio manual, pra mim isso é esquisito ok?!)

Tivemos ainda a brilhante ideia de economizar o custo do aluguel do GPS porque cada diária custava 13 euros a mais. Transformando em real seriam quase cinquenta mirreis por dia. Marcelo, único homem presente, que com a glória de Deus assumiu a vez de motorista, disse que o GPS do celular (google maps) funcionava em qualquer lugar se baixasse a rota antes. Portanto seria um custo desnecessário esses 50 reais.

Usamos o wifi do aeroporto para configurar a rota até Versalhes. Deixamos o Charles de Gaulle sorrindo de orelha a orelha e nos achando os seres mais inteligentes do planeta. Afinal, economizar duzentos reais assim numa tacada parecia um grande negócio.

Road Trip pela Normandia -Dirigir na França

Quando chegamos é claro que o Palácio de Versalhes ia estar lotado de japonês, chinês e o diabo a quatro!! Ainda assim éramos quatro turistas de bom humor e nem nos exaltamos quando uma gigantesca fila surgiu pela frente.

Ao invés disso entramos sem nem perguntar pra quê servia a fila, igual aposentado quando vai ao banco, entra primeiro depois pergunta. Já tínhamos andado metade do caminho quando descobrimos que aquela bendita fila era só para entrar no castelo. Quem não tinha o ingresso precisava comprá-lo antes em outro lugar. Ok, sem problema, estávamos em quatro mesmo. Nos dividimos em grupos de dois e fui lá dentro (outra fila) arrumar os tickets enquanto Bruna continuou segurando o lugar.

Filas no Palácio de Versalhes -Dirigir na França

Por sorte as filas andaram razoavelmente rápido para o tanto de gente que tinha e não demorou muito conseguimos entrar no Palácio. E ufa, ele era lindo mesmo!! Seus portões dourados, seus ricos detalhes e todo o luxo de uma época que até hoje estudamos nos livros de história estava tudo ali pra nós e outras milhões de pessoas apreciarem. Nem tinha jeito de tirar um selfie sem outra cabeça alheia invadindo a foto. Mesmo assim estávamos felizes e no fim isso que importava.

Por volta das 14 h minha barriga começou a reclamar e meu humor piorou consideravelmente. Já não vi mais tanta graça em todo aquele mármore e os tetos pintados começaram a parecer barangos para minha visão esfomeada.

Sweppes - Água Tõnica - Dirigir na FrançaProcuramos então um restaurante, mas só tinha um e não era econômico. Sentamos nesse único lugar com pinta de elegante e fomos atendidas por um garçom que parecia estar fazendo um imenso favor em nos trazer o cardápio e responder nossas dúvidas.

Com muito custo conseguimos fazer os pedidos e na vibe da elegância pedi um Schweppes (visualizei aquele sabor citrus). Mas o que apareceu foi uma água tônica com gosto de remédio que me custaram inacreditáveis 7 euros (28 reais??? É isso mesmo produção?!). Jamais, eu repito, jamais mesmo ousem pedir uma água tônica Schweppes na França e nem na Índia porque parece que a meleca do trem é fabricado lá.

Ao invés de matar a fome o que conseguimos foi degustar pratos esquisitos, com exceção da Carol que foi feliz no seu pedido (um quiche).

Restaurante do Palácio de Vesralhes - Dirigir na França

Ainda com fome e muitos euros mais pobres deixamos o restaurante para conhecer os Jardins de Versalhes.

Nem posso falar muito sobre esses jardins porque nesse ponto eu já não aguentava mais andar. Eis que resolvi então deitar na grama e tirar um cochilo ao sol. Queria descansar meus pés e deixar o povo que ainda estava numa vibe turística andar pelos jardins sem eu me arrastando atrás. Cada um precisa conhecer seus limites né?

Achei que apreciaria momentos de paz na grama por algum tempo, mas foi engano meu. Bruna, Marcelo e Carol logo estavam a meus pés registrando em fotos meu momento descanso. Mal deu tempo de fechar os olhos quanto mais cochilar.

Dormindo nos Jardins de Versalhes - Dirigir na França

De acordo com o roteiro depois de Versalhes deveríamos ir para Giverny. Só que a essa altura do campeonato já era 15 h e foi consenso geral que a visita aos Jardins de Monet não ia rolar. Planejamos então adiantar a viagem seguindo direto para Avranches. A intenção era chegar lá mais cedo (leia-se dia, anoitecia por volta das 21 h).

Lembra da ideia genial de usar o celular como GPS para economizar?! Pois é…

O problema disso é que pra baixar uma nova rota precisava de internet. No Aeroporto nos preocupamos apenas com a rota até Versalhes, nem nos passou pela cabeça que em Versalhes o wifi poderia não funcionar.

Saindo do lugar onde um dia funcionou a corte da França finalmente caiu a ficha que estávamos por conta própria.  O método para escolher um caminho estava praticamente no unedunidunidê. A cada rotatória que entramos era pelo menos umas três voltas até decidirmos qual via pegar.

Depois de três voltas ao redor da mesma rotatória pegamos uma via sem movimento nenhum e nos deparamos com uma placa em francês que pareceria indicar impedimento na estrada.

Marcelo entrou nela contrariando nossa vontade e ignorando nossos protestos. As três mulheres deram então berros de desespero achando que o carro estava entrando numa via proibida ou que a estrada ia simplesmente se desfazer em precipício se continuássemos a dirigir sobre ela.

Só nos acalmamos quando percebemos outros carros passando na mesma estrada. Na verdade a placa era para sinalizar a proibição de veículos altos porque na frente tinha um túnel e adivinha o que mais?

Pedágio!! Ah, foram tantos pedágios desnecessários nessa brincadeira toda. Se existissem várias opções de estradas, entrávamos fatalmente na errada. E já que o infortúnio nunca anda desacompanhado encontraríamos também um pedágio lá na frente.

Dirigimos por horas a finco. Alguns pedágios depois, muitas horas já haviam se passado sem nenhum tipo de progresso. Embora a rota do GPS não estivesse funcionando era possível visualizar o carro se mover no mapa sem nunca se afastar de Paris (Versalhes e Giverny ficam ao lado de Paris).

Para entrar na rota certa precisávamos seguir pela rodovia A13 com destino a Rouen. No entanto, o ser masculino que estava dirigindo resolveu analisar o mapa quando nos deparamos com o que parecia ser um engarrafamento para entrar nessa via.

Acho que tinha um espírito maligno soprando ideia errada na cabeça dele, só pode!! Esse foi o momento que mudou nosso destino de ruim para muito pior. Observando o mapa ele achou que o caminho passando pela A13 era longo demais, que daríamos uma volta.

Todas as rotas de blogs que tínhamos pesquisado falavam que o caminho era pela A13. Mesmo assim ele cismou que seria mais perto passar pelas estradinhas tentando seguir em linha reta no mapa ao invés de contornar por essa rodovia. Na visão dele a rodovia dava uma volta muito grande pra chegar .

O que ele fez então?! Saiu da fila para entrar na A13 (caminho certo) e entrou em outra via para pegar um outro caminho que a gente nem sabia qual era. Sábia decisão, #sóquenão!!

Resolvemos então procurar um lugar com conexão wifi. Como a sorte estava zombando de nós não encontramos nada a não ser McDonalds fechados ou estabelecimentos sem internet pelo caminho.

Queríamos pedir informação, mas logo percebemos que também não era fácil encontrar pessoas andando pela rua para perguntar. A segunda dificuldade foi se comunicar com essas poucas pessoas que encontramos. Ninguém falava francês e os cidadãos não falavam inglês.

Por volta das 18 h o clima no carro já estava começando a ficar tenso. Éramos agora quatro turistas perdidos sem perspectiva nenhuma de chegar. Nosso sonho de dirigir na França e toda aquela felicidade do começo do dia parecia bem distante. Ainda não tínhamos sequer conseguido nos afastar de Paris.

Já eram quase 20 h quando avistamos um motoqueiro parado na avenida de mais uma pequena cidade que entramos sem querer. Aparentemente ele estava carregando a moto para fazer uma entrega.

Arriscando a sorte novamente, tentamos estabelecer uma comunicação em inglês. Perguntamos qual era o caminho para o Mont Saint-Michel. Senti a confusão no olhar dele, pelo visto estávamos muito longe (no mapa o carro continuava próximo de Paris).

Quase choramos de felicidade quando percebemos que ele havia nos entendido e ficamos profundamente emocionados com a boa vontade que ele demonstrou em nos explicar o caminho (na França isso havia se mostrado difícil). Pacientemente ele repetiu instruções que teríamos que pegar a A13 sentido Rouen (vontade de matar o Marcelo nessa hora não faltou), movimentou os braços nos mostrando a direção.

Ainda inseguros nós agradecemos muito e entramos no carro novamente para tentar executar o que ele tinha explicado. Acho que ele percebeu que o caso era grave porque essa caridosa alma nos seguiu, nos ultrapassou com a moto e depois nos guiou até a rodovia CERTA.

Quando percebemos o que ele estava fazendo, batemos palmas e gritamos enlouquecidos de felicidade. Carol teria dado um beijo nesse motoqueiro. Parecia que o trem tinha voltado para os trilhos.

Quando finalmente estávamos no caminho certo, já anoitecendo por volta de 21h, nos deparamos com outro pedágio. Em cima das entradas tinham painéis iluminados indicando que tipo de fila era, dinheiro ou cartão. Queríamos pagar com dinheiro, mas fizemos confusão e entramos na fila errada. Outro carro veio por traz para passar pela mesma fila e nos prendeu. O tráfego começou a ficar comprometido.

Logo uma atendente muito mal encarada saiu do guichê ao lado e veio ver o que estava acontecendo. Tentamos explicar que queríamos pagar com dinheiro. Mas a maledita cuspia em francês num mal humor danado que não falava outra língua e só gritava “VISA!! VISA!! VISA!!”.

Bruna gritou de volta “CÚ!!CÚ!!CÚ!! Mesmo assim entregamos um cartão de crédito para a cretina no desespero para encerrar logo o assunto.

Passado o stress do pedágio continuamos sem maiores imprevistos pela A13 sentido Rouen. Uma felicidade enorme tomou conta do meu coração quando avistei uma placa indicando que tínhamos finalmente chegado a Avranches.

Agora era só achar o hotel. Não poderia ser tão difícil, a cidade era uma vila. Mas como desgraça jamais é pequena achar esse hotel acabou sendo tão difícil quando encontrar o caminho até ali.

O hotel não ficava no centro da cidade e sim em uma saída já a caminho do Mont Saint-Michel.  Já era meia noite quando chegamos e Avranches estava deserta igual filme de terror medieval.

Ao invés de seguir pela rodovia até acharmos o hotel que seria o mais lógico entramos na cidade e dirigimos ao redor dela. Não queríamos nos afastar muito na tentativa de encontrar o dito cujo sem nos distanciar da segurança das luzes da cidade.

Duas horas depois já tínhamos dado pelo menos umas dez voltas ao redor da cidade e cruzado praticamente todas suas ruas. Foi quando Marcelo decidiu entrar por uma nova estrada ao invés de dar outra voltar pela cidade.

Eis que novamente Bruna começou a gritar escandalosamente enquanto eu apenas chorava alto me queixando que nunca mais encontraríamos esse hotel do capeta.

Junto com meus murmúrios Bruna berrava que a estrada não tinha iluminação que possivelmente era mal assombrada ao passo que Carol gritava para o Marcelo ter cuidado ao manobrar o retorno porque outro carro podia aparecer e bater em nós. (Que carro gente?!)

Não deve ser fácil viajar com três mulheres dando pitaco e berrando desesperadamente no ouvido do sujeito. Por fim, depois dessa seção de adrenalina ele foi obrigado a voltar para dentro da cidade de Avranches. (O hotel não ficava lá).

Já estávamos perdendo a esperança de achar uma alma viva que pudesse nos dar informação quando dois velhinhos brotaram do chão. Aparentemente eles estavam chegando em casa. Lá fomos nós então tentar estabelecer uma comunicação. Mostramos o mapa e a reserva que tinha o endereço do hotel.

Nossa empolgação murchou logo quando percebemos que eles não falavam uma palavra de inglês sequer. Tudo que perguntamos em inglês eles respondiam em francês. Falavam e acenavam com empolgação total como se fosse possível entender tudo que diziam.

Nessa hora eu não me aguentei e rachei de rir no banco de trás. Enquanto isso no banco da frente o Marcelo escutava e prestava atenção educadamente.  Quanto mais eu observava essa cena mais eu dava gargalhada lá atrás. Acho que fui deselegante né?!

Mas o casal de velhinhos era muito fofo. Não só não se incomodaram com minhas gargalhadas nada sutis como tentaram de todas as formas nos explicar o caminho. Acho até que eles chamaram a gente pra dormir na casa deles. O jeito foi fingir que tínhamos entendido a eloquente explicação que eles nos forneceram em francês.

Partimos depois de agradecer e até tentamos seguir a direção que eles indicaram. Não deu muito certo, logo lá estavam novamente quatro patetas perdidos na França numa cidade fantasma uma hora da madrugada.

O desespero já tomando conta, no meu caso, eu já havia praticamente sido engolida por ele. Eu já tinha perdido a esperança, já estava imaginando como seria o dia seguinte. Não seria nada agradável visitar o Mont Saint Michel sem tomar banho e sem dormir. Até o Marcelo que parecia um buda de tão calmo já estava visivelmente preocupado.

Eis que surge andando pelas ruas desertas uma turma de jovens franceses. Parecia até uma miragem, era como finalmente encontrar água após dias vagando pelo deserto. Mas eram apenas jovens voltando pra casa (levemente bêbados) saindo de uma festa qualquer.

Paramos o carro o mais rápido que deu e faltava muito pouco pra que eu me atirasse aos pés de um deles implorando socorro. Antes que eu perdesse a compostura Bruna explicou que estávamos perdidos desde meia noite (a essa altura já era quase 3 h da manhã) tentando achar nosso hotel, mostrou nossa reserva com o endereço e perguntou o caminho.

Um sujeito, Victor o nome dele, deu um passo a frente e em inglês (com a glória de Deus) nos explicou como chegar lá. Percebendo que estávamos boiando na explicação ele literalmente desenhou o caminho pra gente.

Tenho certeza que nem esse desenho seria suficiente tamanha estava sendo nossa falta de sorte naquele dia. Adivinha então o que o Victor fez?!

Gente ele entrou no carro e nos guiou até o hotel em plena madrugada. E olha que ele pensou em voltar andando sozinho (era longe pra caramba). Olha que dó gente?! Que gentileza!!

Essa boa alma me provou que existem sim franceses educados e gentis na França. Depois do VISA VISA estávamos duvidando. Deu vontade de dar um presente pra ele de tão feliz que ficamos. E claro, depois nós levamos ele de volta no lugar onde o pegamos.

É impressionante como a boa vontade em ajudar de desconhecidos pode nos trazer tamanha gratidão e mudar o rumo de uma história.

Ajudar um parente ou um amigo é muito fácil, difícil é demonstrar a mesma disposição para dedicar seu tempo a ajudar um desconhecido. Confesso que se fosse eu no lugar dele talvez não teria a coragem de entrar num carro estranho para ajudar alguém que eu não conhecia a encontrar seu rumo. Talvez nem mesmo me disporia a desviar meu caminho para guiar turistas perdidos a uma BR como fez o motoqueiro que encontramos.

Essas pessoas nos surpreenderam e nos mostraram que a humanidade tem sim salvação. Conseguiram melhorar a imagem que tínhamos criado dos franceses, afinal é nos bons exemplos que devemos nos inspirar, não é mesmo?!

Fica a reflexão, até que ponto a gente faz tudo que está a nosso alcance para tornar o dia de outra pessoa melhor?! Até que ponto o medo nos controla e nos priva de ter uma vida mais livre e feliz? Porque ajudar os outros sem medo é ser livre, é plantar gentileza num mundo cada vez mais egoísta e espalhar felicidade.

Então, esse foi nosso relato sobre dirigir na França. Deu alguma risada lendo nossa história ?! Compartilha então pra dar uma moral pra gente.. rs

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Mentaliza uma manteiga derretida que tem um pânico irracional por taruiras. Ama viajar, comprar sapatos e escrever. Um belo dia resolveu criar um blog pra compartilhar seu ponto de vista e escrever sobre os lugares mais incríveis que já conheceu.

12 thoughts on “Ao dirigir na França brasileiros passam 10 horas perdidos

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